Sangrando em desejo Ao secar por teu beijo Demorado, forte, fonte Meio comida, meio bebida Ao lembrar em calores De teu corpo quente De teu suor solvente Que te salga e tempera Quisera eu estar presente E ficar demoradamente Na tua cama, na tua coisa toda E que você me aperte, me arranhe Que morda, cravando-me os dentes Vem a dor sorridente, meu prazer latente O mundo ao redor é dormente. E tu, és nada, somente a dona de meu corpo e E minha mente. (Alexon Fernandes)
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