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Mostrando postagens de março, 2015

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De tantas coisas, t antas crenças  Tantos sonhos q ue se vão,  Tudo em vão... Mas vazio serão os corações Se deixarmos de lado e moções e sensações  Não podemos... Sei que corremos riscos. Mas se não for isso, o  que seremos? Acreditemos, então, q ue terá outro jeito Por que não?  Nada é perfeito, n enhum de nós  Melhor que não sejamos sós.  Sejamos nós. Com tantos nós a desatar e t anto "nós" a abraçar.  Vem cá... mudemos o padrão. Vivamos a paixão. (Alexon Fernandes)

Todas as Formas.

Quero te amar de corpo A ti dedicar os cuidados e exercícios Que tenhas nele desejo e conforto E cries até um certo vício... Quero te amar de alma Te olhar nos olhos, saber te ouvir Entender tua luta e tua calma Para o bom que vier de ti eu fruir Quero te amar a tua carne densa Tuas curvas e teus odores E beijar tua boca intensa Me refastelar em teus sabores. Quero te amar sem correria Em incontáveis beijos demorados Sem a aflição do dia-à-dia Em abraços calados. Quero te amar engraçado Ser tua farra e tua festa Fazer-te rir sem cuidado Gozar o tempo que nos resta Eu quero te amar safado Te causar gemidos e prazeres Provar teu corpo tão desejado Satisfazer teus tantos quereres Quero te amar sem hora Sem uma regra ou lugar Não me importa o mundo lá fora Se só quero, de todas as formas, te amar. (Alexon Fernandes)

Ente

Sangrando em desejo Ao secar por teu beijo Demorado, forte, fonte Meio comida, meio bebida Ao lembrar em calores  De teu corpo quente  De teu suor solvente  Que te salga e tempera Quisera eu estar presente E ficar demoradamente  Na tua cama, na tua coisa toda  E que você me aperte, me arranhe  Que morda, cravando-me os dentes  Vem a dor sorridente, meu prazer latente  O mundo ao redor é dormente.  E tu, és nada, somente a dona de meu corpo e  E minha mente.  (Alexon Fernandes)

Agora, sempre, aqui

Daqui, ali  Fui, sai Voltei. Por quê? Não sei, esqueci.  Destranquei, abri Parti, dobrei A esquina que vi Pra quê? La eu sei? Nem aí... Tropecei, quase cai  Me equilibrei, segui Mas continuei Com vontade de você  Agora, sempre, aqui (Alexon Fernandes)

Ainda vou...

Ainda vou... Saber de cor teu corpo inteiro  Teus gostos, texturas e cheiros O mapa de tuas pintas  e tuas ilhas feitas à tinta.  Ainda vou te roubar o juízo  Te mostrar carnais paraísos  Ser teu anjo pervertido  Divertido e com sexo Ficar no teu corpo conexo Ainda vou te levar para dançar  Dançarei mal, mas serei o tal  Te arrancarei gargalhadas Mãos dadas e beijos... Muitos... Mais nada.  (Alexon Fernandes)

Anjo Caído

Céus, sóis, nós

De céus e sóis  Estamos nós, à sós  As mãos dadas são mapas que se encontram  Caminhos que se perpassam Como que combinados antes de tudo, antes da vida  Tu dizes que é o universo  Eu desconverso, lhe faço versos Te trago para perto e, certo do teu beijo,  Fecho meus olhos, abro minha alma E a calma onda em seu fim bate em nossas pernas  O que será de mim não sei  O que será de ti, menos ainda Mas que sejam eternas  Minhas juras e tuas curas  Nossa vida futura  Minha querida, seja bem-vinda (Alexon Fernandes)