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Mostrando postagens de março, 2016

(Re)

​ Não dá pra (re)moer O que faz (re)sentir Melhor (re)conhecer Olhar o sol (re)nascer (Alexon Fernandes)

A Carta

​ Hoje te escrevi uma carta, para declarar o que sinto. E, por incrível que pareça, rasguei o que escrevi. Não sabia. Se dissesse que era amor, de medo me arrependeria, se dissesse que não era, eu mentiria. De certa forma, eu minto. Não assumo, meu instinto te procura, meio doença, meio cura. Então eu sumo. E isso já dura, e me lembro quanto, quando e como. Sim, rasguei a carta. E a farta vontade de você persiste. Vontade e fartura, paradoxal loucura.  Assim vivo, esperando o momento em que cartas não serão rasgadas, abraços não serão raros, nem beijos caros. É... minha cara, nossa coisa estranha e não simples, tão leve. Não me leve a mal, rasguei uma carta. Normal. (Alexon Fernandes)

Canturia

​ Cantei a pedra Cantei a música Na verdade... Cantei você (Alexon Fernandes)

Casal

Não me leve à mal E se tentássemos? A estrada compartilhássemos Não faríamos mal Não faz mal Se já somos maduros E daí, se falarem mal Ainda há tanto futuro Nada de anormal Quando dois se encontram E corações laços criam De repente, um casal (Alexon Fernandes)

Irerê

​ Uma tarde que cai A lua que sai Amor transborda, esvai Não tem mais ai Não tem mais dor Agora só calor Agora só carinho Nesse novo caminho Sem espinhos nos pés Uma canção de fé Eu-você, dois Amanhã, agora e depois. (Alexon Fernandes)

Tolo

Eu, que tolo eu Sempre aqui Sempre seu Neste lugar "não sei" Nesta indagação  O que serei? O que seria de mim Sem ti, afinal? Se no final, Não formos você e eu.  Somente... Tolo eu.  (Alexon Fernandes) 

Notas

Te escrevo notas,  Coisas tolas de amor.  Versinhos curtinhos Sobre sonhos juntinhos, Que tenho contigo. Nas notas te digo Que te amo assim Escrevendo... notas... Querendo que a mim notes,  Que gostes e de paixão  Finalmente brotes.  Se não te importas, Eis mais uma nota.  (Alexon Fernandes)