A Tarde

A tarde cai, inevitável e azul
Um vento sul no rosto
Era paz, nada mais

A tarde vai e um ponto de luz cintila
Era a primeira estrela que lembra
Quem já nem se lembra mais da dor
Do que foi, do medo de um velho enredo

A tarde já era tarde, era noite
E dia virá, novo e brilhante
E neste instante, não distante

Era a paz, nada mais.

(Alexon Fernandes)

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Caminhos

Só tudo...

Tardes