Só tudo...
Eu te abraço E puxo teu cabelo Te arrepio os pêlos Só de tê-los na ponta da língua E ainda que tentes Não resistes, estás quente Crente que poderás parar quando ordenares Trocamos olhares... Já não somos ímpares Nem imparciais Somos dois, nada mais Entregas-te a mim, desistes O depois não existe Nem o que antes vistes Es o agora, não há o lá fora Só o aqui dentro, entro Guardas-me, amarras-me Com pernas e braços Sou tudo e somente o amor que te faço Sortudo Eu sei, desejei, alcancei Dei o que querias Porque também eu tanto queria Que sabia que seria Hora ou outra, dia mais, dia menos. Aproveitemos, gozemos... (Alexon Fernandes)