Madrugada #02
Tua madrugada, onde me desperto. E um tanto esperto, te espreito, Com jeito, te acordo e concordo Meu corpo em tuas curvas. Nuas pontas, e tu ainda meio tonta, Te aprontas, te achegas, te ajeitas E a penumbra me reserva tua bronze tez. E como primeira vez, te testo. Aromas, sabores, calores... As poucas cores da madrugada se revelam. As estrelas que nos velam brilham sem pudor. Nós somos amor feito, minha senhora. Madrugada, vem. Vem agora! (Alexon Fernandes)