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Mostrando postagens de julho, 2015

Pensar-te

Penso em dizer-te Sobre provar-te em gostos e fluidos  E em miúdos pesquisar-te Sentir-te em velocidade lenta  Com quem tenta não acabar o tempo,  Prolongando o momento. Fazendo eterno o finito.  E o bonito disso é que não me canso, Eu não descanso de querer-te Nem sei porque tanto, nem porque canto Esta querência em versos desformes  Talvez para que somente te informes Que eu, dentre tantos pobres, O mais rico seria, se somente de novo possuir-te um dia.   (Alexon Fernandes)